Se você estiver envolvido no transporte de carga, talvez já precisou ou já ouviu falar em uma empresa de gerenciamento de risco.

As seguradoras costumam usar o Gris (gerenciamento de risco), que consideram ser uma forma de reduzir custos.

Porém, nada o impede de contratar este serviço para a segurança de caminhões e dos motoristas.

Afinal, todo profissional do setor deve ter um processo operacional de baixo custo, mas você deve incluir essa taxa ao cobrar o frete dos clientes?

Além disso, quanto deve ser cobrado dos clientes? Para saber mais sobre o assunto e entender a melhor forma de usar o GRIS, continue comigo até o final deste post.

 

O que é Gris?

Se você parar para pensar, o risco dos motoristas dirigirem na estrada é muito alto, que pode ser apresentado de várias maneiras.

Tudo começa com acidentes, falhas mecânicas e até a saúde do motorista, razão pela qual os fatores de risco podem e devem ser gerenciados.

Isso ajuda a tornar o transporte mais econômico e pode alcançar os resultados esperados a médio e longo prazo.

Algumas cargas podem ser calculadas de forma eficiente para que toda e qualquer mercadoria possa ser calculada. Nesse caso, a gestão de risco se concentrou em uma única forma de roubo de carga nos últimos anos.

As empresas de gerenciamento de risco usam duas linhas para evitar roubos.

Você aprenderá sobre eles nos tópicos a seguir.

 

Tecnologia

Dessa forma, a tecnologia pode ser utilizada para facilitar o acompanhamento da mercadoria em todas as etapas do processo de entrega.

Através do rastreador instalado no caminhão e do computador usado para monitorar a fábrica, muitos comandos que normalmente evitam furtos podem ser usados.

O GPS ajudará o centro a realizar o controle contínuo em tempo real do caminhão e sua localização, o que não só evita o risco de roubo do veículo, mas também ajuda a restaurar rapidamente o equipamento de transporte em caso de acidente.

 

Inteligência

Não basta ter um bom equipamento, é preciso desenvolver uma estratégia para cada rota.

Portanto, o GRIS pode ser aplicado com o apoio de uma boa estrutura de inteligência que pode prever as ações dos ladrões.

Isso envolverá a escolha de rotas mais confiáveis, menos oportunidades para roubo e métodos de transporte e métodos de transporte que evitem colocar os motoristas e seus caminhões em perigo.

Medidas de inteligência foram definidas e registradas no PGR (também conhecido como Plano de Gestão de Risco), e o documento inclui os seguintes pontos:

  • Planeje providenciar estacionamentos para motoristas em postos de gasolina, hotéis, restaurantes e pontos de controle; Hora de sair da empresa de forma inteligente para prever o tempo de cada parada;
  • As ações planejadas dos motoristas, podem comprovar sua condição normal ou alguns problemas na estrada;
  • Qualificações técnicas e comportamentais do motorista, incluindo treinamento, instrução, cursos de direção preventiva, bem como verificações de visão e de açúcar no sangue.

O GRIS sempre foca na prevenção de furtos, mas caso aconteça algo, a gerenciadora de riscos utilizará vários mecanismos para tentar e ainda assim economizar a carga, como travas e alarmes.

Eles reduzem a chance de que o comportamento criminoso passe despercebido.

 

O custo com gris dentro do ad valorem

Você deve saber que o GRIS é um dos componentes do Ad Valorem, ou seja, é uma alíquota percentual do imposto cobrado sobre o valor da nota fiscal da mercadoria transportadora.

Bem, assim como o Ad Valorem é cobrado por porcentagem, o GRIS também deve ser cobrado da mesma forma, mas observe, porque essa taxa não é separada.

Seus clientes devem entender que existe o risco de que o frete (Ad Valorem) possa garantir o transporte da mercadoria.

Geralmente, os clientes não precisam entender a composição da tarifa em detalhes, por outro lado, o transportador deve saber que certas mercadorias não requerem GRIS.

Nesse caso, o percentual ad valorem será menor porque o risco de problemas afinal é muito menor.

Além disso, por exemplo, é impossível transportar cargas de produtos eletrônicos e cobrar o mesmo percentual de Ad Valorem que o transporte de madeira.

Entenda as taxas cobradas pelo mercado e use isso para garantir que suas taxas sejam o mais precisas possível.

Portanto, clientes e operadoras ficarão satisfeitos e poderão realizar transações com menos dificuldade.

 

Os custos relacionados ao Gris

Os clientes e até mesmo a própria transportadora frequentemente subestimam o custo de transporte, mas cada um deve ser estudado com muito cuidado.

Sabendo que existem vários fatores que afetam os custos de transporte, é mais fácil formular orçamentos precisos e econômicos.

Além disso, as chances de fechar negócios com clientes são maiores.

Mas quais são os custos associados ao GRIS? Confira abaixo!

 

Investimentos

Para que se consiga um monitoramento preciso da frota, é necessário investir em sistemas de rastreamento e monitoramento. As empresas especializadas cobram taxas de habilitação dos equipamentos e por eventuais reparos. É preciso considerar os valores gastos como um investimento. Se a taxa de retorno deste investimento for alta e a depreciação baixa, o aproveitamento dos benefícios será mais amplo. Até porque eles precisarão ser repostos após alguns anos e o valor de manutenção não será elevado.

Mas como esses dispositivos também fazem parte do gerenciamento de riscos, também é necessário avaliar o investimento em tecnologia de segurança como um custo direto. Afinal de contas, todos buscamos um cálculo preciso.

 

Custos com a operação

Vários são os custos operacionais que uma empresa de transporte tem quando falamos de GRIS. É constante a necessidade de se fazer consulta ao cadastro dos motoristas, pedir escoltas para determinadas cargas, além de mensalidades pelo uso do serviço em si. Além disso, há os gastos com estacionamento, combustível e troca de peças do caminhão. Tais fatores operacionais são considerados sempre pelo gestor.

 

O que contribui para a variação da tarifa

A tarifa de GRIS deve ser embutida no Ad Valorem, porém ela pode variar conforme alguns fatores importantes. Conhecer cada um deles é algo crítico. Isso evita situações em que há um prejuízo para o transportador por subestimar os custos e deixar de fechar negócio por valorizar de maneira excessiva a tarifa.

Confira abaixo os pontos necessários para identificar a variação da tarifa em diferentes cenários!

 

Faixa de valor cobrado por mercadoria

Quanto maior o valor da carga, maior a atratividade para os ladrões. Por isto é preciso tratar não apenas do valor total em R$ do GRIS, mas de um valor percentual que realmente garanta a cobertura pelos riscos decorrentes de um possível roubo. Dessa forma, a taxa final conseguirá corresponder melhor ao investimento real em mecanismos de controle e prevenção de riscos.

 

Tipo de produto

Uma carga de produtos leves, como eletrônicos por exemplo, tem um risco maior de roubo se comparada a uma carga de tratores por exemplo. Afinal de contas, é mais fácil para um ladrão dispersar e fugir com computadores do que dirigindo um trator no meio da rua. Por isso, o tipo de produto também deve ser considerado.

Mercadorias tem diferentes níveis de portabilidade, atração de ladrões e facilidade de revenda.

 

Características de comercialização

Algumas mercadorias, por mais leves que sejam, podem ter na comercialização um grande fator de dificuldade.

Imagine um ladrão precisar vender um quadro de um pintor famoso.

Por mais valioso que possa ser o quadro, dificilmente ele conseguirá chegar próximo do preço, porque as chances de ser identificado e preso são muito altas.

Identificação da mercadoria
Muitos produtos podem ser facilmente identificados. Quanto maior a possibilidade de identificação das unidades (utilizando fatores como o número de série, lote, número de chassi e características físicas) menor as chances de serem roubados. A avaliação desse ponto no cálculo do GRIS, portanto, também deve ser considerada.

 

As sugestões de tarifa

Conforme citado logo acima, a tarifa de GRIS varia de acordo com uma série de fatores. Mesmo assim, é possível considerarmos uma média como forma de balizamento na hora de fazer os cálculos e cobrar dos clientes.

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, recomenda um valor de referência de 0,3%, utilizando o valor mínimo de R$ 3,00 por conhecimento de frete.

Esta taxa, conforme já citado, é parte integrante do Ad Valorem,  pode ser usada em cargas normais mas sempre com seguro de roubo de carga.

Com base em cada carga e situação de entrega, você poderá avaliar se aumenta ou diminui o percentual.

O importante, aqui, é necessário atingir um valor que seja bom para todos.

 

Conclusão

É importante entender todas as variáveis ​​que penetram no GRIS em detalhes, porque só então você pode calcular com segurança essa importante proporção.

Quando falamos em custos de transporte não podemos esquecer nenhum valor.

Além disso, como as mercadorias transportadas são mais valiosas ou é mais provável que ocorram furtos, a importância do GRIS vai aumentando dia a dia.

Depois de encontrá-los, tente entender a relação entre a porcentagem e o tipo de mercadoria ou destino do roteiro. Acredito que isso ficará mais claro para você, então as chances de usar essa taxa da forma mais correta serão maiores.

Para todos os efeitos, é importante entender o que é GRIS e como o gerenciamento de riscos afeta os custos de frete.

Afinal, o investimento necessário para transportar produtos costuma ser complexo, mas se todos os detalhes puderem ser identificados de forma inteligente, as informações de valor relacionadas ao frete serão mais precisas, confiáveis ​​e confiáveis.