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Definições Termos técnicos utilizados em Logística

Prezado cliente!

Descrevemos abaixo, uma breve explicação dos termos mais utilizados em logística. 😉

AD Valorem – Quando o ADValorem é aplicado no sistema Brudam? Trata-se de uma composição no frete de acordo com as regras de negócio aplicadas pela transportadora. Sendo uma taxa de seguro cobrada sobre certas tarifas de frete ou alfandegárias proporcionais ao valor total dos produtos da operação (Nota Fiscal da carga).

Agente de Carga – Uma companhia envolvida na coleta, consolidação, envio e distribuição de mercadorias vindas de outros países. Tipicamente, os agentes de carga cuidam das liberações nas alfândegas, preparam documentos e organizam envio, armazenamento e entregas.

Ambiente de Homologação – É um ambiente para que testes de validação sejam feitos. Todo e qualquer documento emitido no ambiente de homologação não tem valor fiscal.

Ambiente de Produção
– É o ambiente cujo documento fiscal eletrônico deve ser gerado, para que tenha valor fiscal. Somente documentos emitidos em ambiente de produção, são válidos fiscalmente.

Averbação – É a operação que visa realizar o seguro da carga transportada. Fazer a averbação do transporte garante que a mercadoria seja transportada até o destino final com a garantia de que caso algum imprevisto ocorra, sua transportadora não sairá no prejuízo, e também garante que o veículo esteja protegido pelo seguro para qualquer situação.

Carta de correção – É o documento gerado para corrigir informações básicas, que foram informados de maneira incorreta no documento original. A carta de correção não altera o XML original, ela apenas fica vinculada ao documento na SEFAZ, como um evento.

CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) – É o código utilizado para definir o tipo de operação ou prestação de serviço que está sendo realizado. Este código é obrigatório, e caso não seja informado, não será possível validar o CT-e ou NF-e.

CTe (Conhecimento de Transporte Eletrônico) – É um documento fiscal que existe na esfera digital, cujo objetivo é registrar os os itens das mercadorias transportadas por um prestador de serviço que utilize qualquer modal (rodoviário, aéreo, aquaviário, ferroviário e dutoviário). O CTe possui validade jurídica assegurada pela assinatura do emitente. Este documento substitui sua versão impressa.

CTe de Anulação – Documento emitido para anular um CTe emitido anteriormente, cujo prazo para cancelamento já tenha expirado. Gerado apenas em casos onde o tomador do serviço não é contribuinte de ICMS.

CTe de Substituição – Documento emitido para substituir um CTe emitido anteriormente, cujo prazo para cancelamento já tenha expirado. Gerado em casos onde o tomador do serviço é contribuinte de ICMS.

Cubagem / M3 – No transporte de cargas com baixa densidade (cargas leves), estima-se o peso transportado usando o espaço ocupado dentro da carreta, em metros cúbicos, multiplicado por um fator de densidade padronizado pelo mercado, para o tipo de material. O padrão de densidade mais utilizado é considerar 1 m3 = 300 Kgs. Após apurar a cubagem (altura X largura X comprimento), multiplica-se por 300 e assume-se o resultado como peso a ser cobrado.

DACTE – Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico.

DANFE – Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica. É a impressão da NFe, que tornam legíveis as informações que constam no XML. O DANFE não é um documento fiscal. O único documento aceito pelo fisco é o XML.

EDI (Electronic Data Interchange) – Intercâmbio Eletrônico de Dados. É um processo para troca de informações entre dois sistemas. Em geral, no segmento de transportes, essa troca de dados é realizada entre sistemas de embarcadores e transportadoras.

Embarcador – É a pessoa física ou jurídica que contrata transporte de mercadoria. O embarcador é normalmente o dono das mercadorias; é a empresa que necessita do deslocamento do produto entre dois pontos da cadeia de suprimentos.

Expedidor – Usado em CTe de Subcontratação e CTe de Redespacho. O expedidor é aquele que fez o primeiro transporte da mercadoria, e entrega o material para que a sua transportadora realize o próximo trajeto. Diferente do remetente, o expedidor não é o emissor da nota. O expedidor é a transportadora que se responsabiliza em entregar a carga do remetente ao segundo transportador.

Frete Peso – Valor efetivo do serviço de transporte da carga, apurado pela multiplicação do peso (o maior valor entre o peso real e o peso cubado) vezes o valor do quilo transportado entre a origem e o destino, negociado para a prestação do serviço.

Frete Valor
– Outro termo usado para designar a taxa cobrada para o Seguro da Carga. Mesmo que Ad Valorem.

GRIS – Taxa cobrada nos contratos de Transportes e CT-es, usada para custear despesas com a Gerenciadora de Risco, conforme prévia negociação do serviço. Essa taxa é diferenciada da taxa de Ad Valorem, por referir-se exclusivamente ao serviço de Gerenciamento de Risco.

MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) – É um documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, criado para vincular os documentos fiscais transportados na unidade de carga utilizada, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pelo Ambiente Autorizador.

Recebedor – É o oposto do expedidor. Neste caso, a transportadora que coletará o material e não o entregará em seu destino final, deverá informar quem o receberá, antes do destinatário. Este será o recebedor.

Redespacho – Situação onde uma transportadora não realiza todos os trajetos necessários até o destino final da mercadoria, e é preciso que outra o faça, para que a entrega seja realizada em seu destino.

Tomador do serviço
– É aquele que se responsabiliza pelo pagamento do frete.

XML (Extensible Markup Language)
– Protocolo de comunicação. É um arquivo digital com informações estruturadas em tags. O XML de CTe e XML de NFe, contém as informações da operação, e este é o documento fiscal solicitado pela Receita Federal nas fiscalizações.

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